terça-feira, 3 de agosto de 2010

A madrugada

São 2:30 e minhas lagrimas acompanham a chuva criando uma sinfonia de angustia e tristeza. Teria eu perdido a capacidade de amar? Dor, irmã gemea do amor, rejeição, petrificação do coração. Quantas vezes mais precisarei sofrer para ir de encontro com a felicidade. Mais uma vez a vida me prega peças. Madrugada infinita, me corrói, me destrói, sentimentos aflorados. Continuo minha batalha contra meu EU INTERIOR, que por um lado diz: "LUTE , VOCE É CAPAZ" e o outro "SE ENTREGUE, SOFRA, ESQUEÇA TUDO". Então o silencio toma conta, a chuva passa. E a dor retorna de forma intensa e dolorosa , seguido de uma incessavel tempestade de lagrimas...

A batalha

Hoje acordei e partireis a uma batalha. Colocarei minha armadura mais forte, pois o que irei enfrentar é o mais poderoso e temido ser. "O coração partido"...Não há elmo e nem armadura que o proteja, por mais forte que ela seja. Lutarei com todas as forças para que não caia em decandencia. Então chega minha hora, entro em prantos, mas é inveitavel, sinto a lamina em meu peito. Ajoelho-me e faço minhas preces enquanto meu coração é arrancado bruscamente. Ja sem forças, noto que não há sangue, e sim, areia, pois o mesmo ja havia se petrificado...

sábado, 10 de julho de 2010

Nem sei o que colocar no titulo...

Faz muito tempo que não escrevo por aqui... mas fazer o que né... ainda atualizo esse trem...kkkkk...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Ibirapuera 15-02-2010!!!! Diazinho valioso....Muito obrigado!!!

Tudo começou com uma ideia besta. " vamos pro ibirapuera ?". Pensei que o povo ia amarelar e tal, mas todo mundo aceitou. Onde se ouve um grito " que horas vamos sair ?". A hora foi marcada pra 08:00hs da manhã!!! OOOOQUÊÊÊÊÊ? Puta que pariu, as 08:00 da manhã, o pior que foi eu quem deu a ideia. Tortura pra levantar, Todo mundo junto e tal, o sol tava trincando, rachando o côco. Chegando lá foi uma merda para estacionar o carro. Depois de muita demora, achamos uma vaga!!! Só tinha um problema, tinha que estacionar de ré. Aí fudeu tudo, olhei prum amigo e falei, " Mano estaciona o carro pra senão vou fazer merda".O dia estava perfeito, todo mundo feliz, ou pelo menos "quase" qdo viram a ponte. Não é minina??? Chegando perto das arvores, sentamos na grama, um calor da porra, mas "tava da hora". Quase fomos "assassinados" varias vezes por bolas de volei alheias. Todo mundo meio parado resolvemos brincar com um "Freezbee". Foi bem agradavel, zuei pra caralho, acertei a fofinha com disco!!! "ME PERDOA" rsrsrsrsr, deitei na grama e usei um garrafa pet como travesseiro. Coisa que eu não fazia a muito tempo. Otimas companhias. Acho que foi meu "DIA FODA-SE". Não tava ligando pra porra nenhuma. Até tirei a bateria do meu telefone. Se fudeu brendoooooo tomou um róla no barro!!! KKKKKKKKKK. Eu tambei caí, mas o róla do Brendo foi firmeeeezaaaa. "Jesus Criisto". Quase tomei uma multa, pois o bilhete azul já havia expirado. Coloquei o ultimo e curtimos mais um pouquinho. Fomos embora. Um amigo meu foi levando o carro, pois eu estava com a maior preguiça. Corri demais, super sedentário, QUASE MURRI.. hehehe. Fomos fazer um lanchinho. E aeeeeeee... comi com hachi a minha primeira vez. "fiquei tããããão filiiiiiz!!!" E fechamos o dia com filme firmeza que é o DOGMA. Agradeco a todos que estavam no rolê, por terem proporcionado a mim um dia maravilhoso, onde vou guardar eternamente. Isso foi só um resumo de um dia perfeito, onde eu não me decepcionei uma vez sequer.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Tenha sempre um plano B...

Bom, esse post está atrasado, mas vamos lá...

Dia 03/02 um dia comum como todos os até que começaram o desastres, era tarde e o tempo começou a fechar, achei melhor ir pra casa tirar minhas roupas do varal, afinal vida de solteiro é assim. Quando cheguei em casa, adivinha???? A merda do varal estava quebrado e as roupas todas no chão , secas.. Mas aí é que vem a pergunta? As roupas ja estavam secam qdo o varal rompeu, ou estavam molhadas e secaram ao chão. Iri descobrir logo, rsrsrsrsr. Mas não parou por aí, fui tomar um banho pra tirar a nhaca diaria e adivinhaaaa....isso mesmo.. foi o q vcs pensaram, a resistencia queimou, que lindo.. terminei o banho frio mesmo, eita porra.. tava gelado pra caralho. Mas não é só isso, fui buscar 2 amigas em Sto Amaro e o dia só podia estar de brincadeira comigo... acredita que a merda do carro me deixou na mão em plena Atlantica, ficou acelerado demais e aí eu pensei... " Vou encostar e desligar e dar a partida, quem sabe tudo fica normal." Fico normal o cacete, aí é que fudeu tudo mesmo, antes tava só acelerado, agora num pega mais, OH infernação!!!!graças que estava na pista da direita, todo mundo que passava ria da minha cara. Porra, nunca passaram isso na vida não cacete, "seus bando de animal". Qdo pensei que poderia ficar pior, a vida foi generosa comigo!!!! Só faltava chover, aí ia fuder tudo.Encostou um caminhão e perguntou qual era o problema e eu apenas solicitei um chave 13. Com meus incriveis dotes de "Mechanico" botei o preto pra andar. Cheguei em casa bem, graças a deus... e que dia...Mas se eu tivesse um PLANO B, NADA DISSO TERIA ACONTECIDO.Mas pra falar a verdade se vc tem o plano B é pq o plano A é uma merda....Fui

domingo, 31 de janeiro de 2010

Estranho!!!!

Porque só escrevemos qdo estamos em estado de semi depressão, amargurados com a vida?
Aguardo respostas de mim mesmo. Só quero ser feliz de novo, um fato que está um pouco longe de existir. As vezes tenho vontade de desistir, largar tudo e sumir. Suicídio será a solução? Talvez. Mas terei contas a prestar. Fica aqui mais um relato de um ser incompleto a procura de alguem que me compreenda realmente e me aceite como sou.

Que se foda o titulo....

Domingo, tarde chuvosa, amigos importantes e eu aqui de novo trazendo novidades, mas nada de piadas ou fatos engraçados. Abaixo um relato de alguem com o coração esfacelado e gritando pode vir a ser até depressivo mas é assim que me sinto nesse exato momento.
A Despedida


- Você vai aprender a viver sem mim, eu sei que vai. Ah, e... Se eu esqueci alguma coisa minha por aqui, por favor, avise-me depois. Tchau.

Ela colocou a mochila nas costas e saiu antes que ele pudesse dizer uma ou duas palavras. Bateu a porta e sumiu logo após a primeira curva da estrada. Nos olhos dele, milhares de lágrimas contidas ameaçavam saltar para fora a qualquer momento. Não, ela não sabia o que estava dizendo. Ela não imaginava que jamais ele aprenderia a viver novamente sozinho ou com outra garota qualquer. Era tudo tão completo, tão perfeito e tão feliz que, sem ela, nada restava. Nada.

Mas finais são sempre assim, tristes e frios. Em alguns momentos de lucidez, ele lembrava de certos filmes que havia visto, livros que havia lido e músicas que havia ouvido. Todos falavam sobre abismos, sobre amores despedaçados, sobre dores agudas, sobre estradas sem fim. Mas, dentro da ficção, tudo sempre tem cura: um outro amor, uma reconciliação, um novo brilho de presente aos olhos. Na realidade, tudo é diferente. Ela não voltaria, ele jamais encontraria alguém que pudesse substituí-la e talvez ele esquecesse, com o passar do tempo, coisas simples como andar ou falar, mas jamais esqueceria a sensação de estar ao lado dela.

O problema é que ela sabia demais. Sabia sorrir, brigar, escrever, contar histórias, chorar baixinho e ouvir as melhores músicas. Além disso ela era linda, linda além da conta, uma mistura de elementos doces, ásperos, cítricos e delicadamente aromatizados. Ela sabia bater o pé, impor suas vontades, perder a compostura e ainda assim manter aquele olhar inexplicavelmente sedutor. Maldito olhar, maldito sorriso. Ele tinha caído em todas as armadilhas, sem exceção. Para ela, era apenas mais um - um número, uma vítima, um degrau a ser superado.

Com a cabeça encostada na mesa, ele se lembrou que ainda morre-se por amor, por mais que a postura contemporânea tente absorver certos ditos poéticos. Decidiu, então, morrer um pedaço, necrosá-lo e extirpá-lo do próprio corpo, mesmo sabendo a quantidade de sangue que isto lhe custaria. Só assim poderia trilhar os caminhos de sua própria estrada, ainda que com um enorme buraco cavado no peito. Esta parecia a única saída no meio de tanta amargura: aprender a viver sem aquela carne, suportando apenas as marcas do ferimento.

Um corte sem cicatriz, que vez ou outra inflamava. A cada inflamação, o fogo cortante partia ao meio suas vísceras. Mas ele sabia como sobreviver, apesar de ferido. Ferido e sem ela.